10/08/2008 at 1:40 pm | In Uncategorized | 4 Comments
olho pras minhas tolices
me orgulho dos neurônios gastos
seguindo que nem um bondinho
cadê a ré?
cadê o espelho?
preocupada em achar que seguro direito a direção
força- mão- força- não
e fechei os olhos
e chegou
convulsões afrodisíacas e músicas de elevador
poema das almas tortas
10/08/2008 at 1:32 pm | In poesia | Leave a Commentpoesia é
e não
verdade da alma tenra
incandescente
e rebuscada
é livro aberto
sem escrito fim
rascunho juvenil de sentimento
poesia é
ou não
vício primário
degenera
o primeiro degenerado
frangalhos de alma a escorrer pelo lado oposto
poesia é
e não;
esboço
é tentativa e aposta
obra – não – prima
produto
não – resposta
diz-se artista quem escreve
diz-se gênio, visionário
poesia é não e sim
é um grito
vômito
fiapos da alma de um ordinário
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